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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Feijoada sábado 20/08

Ontem na reunião difinimos uma equipe de trabalho e foi fechado duas atrações pra nossa festa: DJ Graffith e a banda Tavinho e Os Pinto. Venha com toda a família o lugar é legal e vai ser uma confraternização de trilheiros e familiares.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Filhas de peixe

Num ambiente onde predomina os homens e poucas mulheres se aventuram, essas duas logo logo estarão dando poeira na rapaziada. Estamos falando de Cecília e Thaísa, mais conhecida como Tatá. Cecília é filha do Leca Motos e cresceu dentro de uma oficina e agora comanda a loja off Road do pai. Tatá é filha do Tarciso e já acompanha o pai desde pequena nas trilhas. As duas têm o DNA off Road e estão dando uns treinos no Sítio Ferrinho do Leca , ambas de TTR, e logo as veremos nas trilhas do guaraná quente, tio João..... 

                            Pequena, Tatá já queria acelerar a KDX do pai.
                                     
Já em sua moto fazendo as primeiras trilhas.


                             Cecília e Tatá se preparando pra uma acelerada.


O "instrutor" Tarciso dizendo:"acelera pô!" 

Pais orgulhosos.



Ps: a reunião hoje é no Tarciso, vamos definir um grupo de trabalho para a feijoada.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Copa Vale do Café - Ipiabas

No sábado aconteceu a 7ª Etapa da Copa Vale do Café de Enduro de Regularidade. A prova largou às 12h00 e andou em trilhas inéditas na região entre Ipiabas, Conservatória e Turvo. Algumas passagens e riachos, laços e uma ponte caída que tinha passar a moto com ajuda decidiram a prova. Veja o resultado em http://copavaledocafe.wordpress.com.
Premiação da categoria regional.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Vale do Café - Muita festa amanha em Ipiabas!

Tudo pronto para amanha! Ipiábas por mais um ano ira receber uma etapa da nossa Copa Vale do Café em alto estilo, trilhas e mais trilhas de alta sem pegação, essa é a receita dessa etapa!

“A prova vai ter 3:30 de duração com 68km de percurso, vai ser um prova rápida, mas sem pegação nenhuma, fiz com esses moldes de proposito, e para todo mundo chegar no tempo, escolhi as melhores trilhas da nossa região, vamos neutralizar no Turvo, um lugarejo que já recebeu varias etapas no passado!”, disse Henrique Guedes.

Como a cidade esta em festa, quem for hoje vai curtir uma show do Emerson Nogueira! O festival de inverno de Ipiábas é muito bacana, lotado de gente bonita, quem tiver solteiro, vai com vontade de ser feliz que com certeza irá se dar bem.

Como chegar: Vindo do Rio de Janeiro, entrar em Pirai, 20 Km até Barra do Pirai, seguir em direção ao Belvedere e mais 11 Km até Ipiábas, de Juiz de Fora seguir para T. Rios em seguida Barra do Pirai sem sair da estrada Belvedere e Ipiábas. Quem vem de S. Paulo entrar em V. Redonda, 30 Km até B. Pirai, no Belvedere dirigir-se para Ipiábas. Distancias... 120 Km do Rio de Janeiro, 170 Km de Juiz de Fora e 300 Km de S. Paulo.

Faca já sua inscrição no site oficial da copa, http://copavaledocafe.wordpress.com você não pode ficar fora dessa, lembrando que a largada será ao meio dia e chegada prevista para 16, melzinho de mais da conta!

Entrega de Material, Largada e Chegada:
No casarão de Ipiábas, local da exposição

Apuração: Angelo Cunha com supervisão de Adalto, Nono e Henrique

Comissão de Enduro:
Diretor de Enduro e Levantador da Prova: Henrique Guedes.
Colaboradores: Angelo Cunha e Paulo Annicchino.
Recuperador de Trilhas : Joaquim

ONDE FICAR:
Haras Casa Delta (24) 2437 1693
Haras Chapadão (24) 2437 1866
Vale das Aguas (24) 2437 1570
Pousada do Lago (24) 2437 1421
Pousada La Remonta (24) 2437 1231
Pousada do Castelo (24) 2437 1153
Pousada Hospedaria Abbud e Fernandez (24) 2437 1106
Hotel Fazenda: São Sebastiao (24) 2437 1426
Hotel Fazenda: Pedra Bonita (24) 2437 1712 

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Ibitipoca - o apoio

Numa prova como o Ibitipoca Off Road onde você chega a rodar 86 km pra chegar no neutro de 20 minutos, onde irá comer, se hidratar, abastecer a moto e fazer uma eventual manutenção é essencial alguém no apoio. Esse apoio acontece de varias formas, tem gente que banca um mecânico, outros levam a esposa quando ela gosta, mas na maioria dos casos são os amigos que fazem essa tarefa.
No nosso caso, digo os pilotos do Grupo Trilha de Volta Redonda, funcionou com a terceira opção, Tarciso, Milton, Carioca e Leitão (o Dectra estava fazendo as imagens para o motoraid, mas acabou pegando no batente) fizeram o apoio para 3 duplas, Marcelo/Reginaldo, Adalto/Zé Tiro, Alex/Dudu(RJ) e para o Sérgio Cabeleira, pelo mais puro prazer de participar e ajudar os amigos, não ganharam nada e ainda dividiram as despesas, em última análise o Tarciso que cedeu sua Ford Ranger gastou mais que todo mundo, pois o veículo tem o seu desgaste.   

Mas esse prazer de participar e estar junto com os amigos não tem preço.
Pra você ter uma idéia no neutro de  sábado apareceu mais uma galera pra dar uma força, Manga, Juninho, Kamikase, Ray, Ronan, Codorna e Dudu e esses 4 últimos ainda subiram pra Ibitipoca onde fizeram uma farra, bom demais.
Nosso neutro tinha, uma tenda com cadeiras, izotônicos, água, batata, paçoquita, churrasquinho, os caras abasteciam as motos, esticaram correntes, o piloto ficava sentado se recuperando.

No churrasco na terça no Leca Motos o Adalto ofereceu um troféu para nosso apoio como forma de gratidão e o Milton, que leva a sério o negócio, disse o seguinte: “o artista espera ser apreciado e o apoio espera gratidão”, e é isso que estamos, GRATOS!!! Não só pelo apoio, mas pelo prazer de estarmos juntos no 22º Ibitipoca Off Road. 


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Ibitipoca – as trilhas, minha impressão.

Quando vamos fazer uma trilha fora, seja enduro ou trilhão, ficamos um pouco apreensivos do que nos espera, se vai ter muita pegação, se vamos conseguir terminar, mesmo sabendo que andamos em lugares como na região do Guaraná Quente que tem de tudo. Antes da competição o que mais me “assustava” no Ibitipoca era a quilometragem, 141 km no primeiro dia e 175 km no segundo. Não estou a costumado a tanto, as provas da Copa Vale do Café tem em média 70, 80 Km, quando fazemos trilhas dificilmente passamos disso. Pois bem no sábado largamos eu e o Reginaldo na categoria duplas de Juiz de Fora rumo ao neutro de Lima Duarte, 86 km, trilha, estrada, trilha, estrada e no meio de uma trilha tipo a nossa rio do sal mais de 40 motos paradas esperando passar uma a uma, perdemos uns 20 minutos parados ali, e a pedra nem era tão difícil de passar. No final chegamos inteiros no neutro, pensei, até aqui tranqüilo. Saímos do neutro para mais 55 km até a vila de Ibitipoca. A hora que eu carreguei meu totem me lembro de ter visto que a prova teria 5h25. Eu estava navegando e a prova começou a ficar pesada, estávamos subindo a serra, comecei a ficar sem braço e numa trilha com um top e uma raiz lá no finalzinho dei um back flip, minha moto virou e quebrou o totem e o Road book. Continuamos com o Reginaldo navegando e próximo a vila muitas trilhas de pedra, cada degrauzão, e de repente vi uma Igrejinha e perguntei pro Reginaldo quanto tempo tinha de prova, pensando que havia acabado e ele disse que já tinha algo em torno de 5h35. Pensei mas não eram 5h25, dali pra frente estava bastante cansado e não demorou a terminar o primeiro dia. Eu estava cansado e com dor de cabeça, coisa rara de eu ter.

Largada no domingo, pela frente 175 km e 6h46 de prova, pqp. Largamos fazendo uma trilha com pedras que fizemos no dia anterior, saía de uma trilha e entrava em outra, atrasados, cano cheio o tempo todo. Muuuuita trilha e pesada, começou a dar cãibra nas pernas. Passamos em alguns atoleiros que também havíamos passado no dia anterior, então você imagina como eles estavam depois de ter passado 350 motos no sábado e 300 no domingo, a categoria duplas foi a última a largar. O Reginaldo fez uma escolha errada e atolou a traseira da moto até o talo. Ninguém coloca a mão na moto do outro, tinha uma moto de lado dentro do atoleiro, passei bem e fui ajudar a tirar a moto do Reginaldo, tiramos a moto e ela tirou minhas forças, kkkk. Mas não dava pra ficar parado, vamos embora. O Reginaldo também já estava com cãibra mas aceleramos. Passamos um riozinho, entramos num bambuzal e ali estava uma baita laje de pedra pra subir, um monte agarrado. Nesse ponto estava o Dectra e o Carioca ajudando alguns. Eu e meu parceiro subimos bonito, o Carioca nem nos viu passar. Aquela laje de pedra era o início de uma subida de uns 2 km, pedra e areia branca. Chegamos numa subida forte de areia, a moto quase pára, pensei comigo, aqui é o cemitério das Tornados que o Zé Tiro falou. Muito bom você ir vencendo aqueles obstáculos. Dali pra frente só pedreira, só trilha pesada, não tinha uma estradinha, pedra e areia. Como estávamos atrasado não tivemos nenhum neutrinho, o Reginaldo parou com cãibra nas pernas e disse: “vamos parar no neutro?” e eu respondi: vamos ver como vamos estar lá. Seguimos, teve um laço e passamos novamente numa decida de pedra de arrebentar o braço. Cheguei no neutro disposto a abandonar, afinal o Reginaldo já havia feito a proposta, um monte de moto encarretada e a dupla Adaldo/Zé Tiro estavam parando devido a dores na coluna do Zé. Comemos, bebemos, neutro mil, Tarciso, Milton, Carioca, Leitão e Dectra foram foda, mas isso eu conto em outro post, o Reginaldo se animou de novo, pqp, a galera começou a botar pilha e voltamos pra prova. Faltavam ainda 98 km, imagina? Cabo enrolado num estradão, algumas trilhinhas leves e erramos a planilha e fizemos novamente uma trilha do dia anterior, um decidão que não acabava, tinha um outro competidor com a gente que disse que dali poderíamos chegar no neutro do Bar do Zé. Fomos embora e o cara ficou pra trás nessa decida, muita pedra. Chegamos a pegar o asfalto e entramos na estrada de terra que vai pro bar do Zé, só passava carro com as motos em cima, muita gente abandonando. Chegamos no neutro decididos terminar a prova, colocamos 1 litro de gasolina em cada moto, bebemos uma coca-cola e acelera. Um outro estradão, fomos passando por competidores mais cansados do que a gente e minha moto começou a sambar, pneu furado. Tinha um cara carrapateando a gente, o cara viu acelerou e foi falar com o Reginaldo, só vi o Reginaldo fazendo sinal de não. Pensei! O Reginaldo quer mais é que se foda se meu pneu furou, kkkk, mas ele não havia entendido. Abandonamos a prova ali, mas ainda andamos pelo menos uns 30 km de estrada até chegar a Juiz de Fora. Em quilometragem praticamente terminamos a prova. Ficamos em 14º no primeiro dia, 21º no segundo e 19º no geral, tinham 34 duplas e muita gente graduada. Eu, e o Reginaldo também, me senti realizado de participar de uma prova daquelas, dura, bonita, organizada, me fez lembrar quando em 1982, eu tinha 7 anos, vi passar o Independência em Valença, minha cidade, e eu pensava um dia vou fazer isso. Uma medalha bonita no peito e muitas lembranças.
Lição: Qualquer trilheiro pode participar de uma prova dessa, mas é bom se preparar, coisa que eu e meu parceiro não fizemos, até o 23º Ibitipoca Off Road.       
Marcelo Zacarias Magalhães.  #323A no meu primeiro IOR.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Fotos antigas

Essas foram enviadas pelo Fabio Tora. Na primeira ele com sua Kawazaki KDX quando “o melequinha ainda era trilha véiooooo”. A segunda foto é da expedição Rio-Minias de 2008, e o areião é lá pelas bandas de Ibitipoca e aproveitando o clima das fotos postadas ontem, uma foto do Cesar Kamikase dando uma descarbonizada nuclear.

 Deivisson, Cueca, Codorna, João Tucho, Leca, Milton, Tarciso e Carioca.
Fabio, Cristiano, Erve e Sr. Adilson.


Hoje tem churrasco no Leca Motos, todos estão convidados.

Eles resistem ao tempo

Pasmem, numa das provas mais duras do Brasil o Ibitipoca Off Road haviam motos e carros com mais de 10, 15 e até 30 anos de uso. E esse valente Fusca foi o campeão na categoria turismo dando poeira em Troler, L200 e tudo de melhor disponível no país.



Nas motos tinha de tudo, KDX, RMX, DR 350, mas nos chamou a atenção a moto que introduziu muita gente no off Road a lendária DT 180, e uma XR 400 uma das primeiras “especias” de 4 tempos que chegou a Brasil.



Como diz o ditado trilheiro: "onde vai uma KTM de 40 mil, vai uma DT de mil, basta ter piloto"

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Ibitipoca - como foram nossos pilotos?

Esse ano ninguém trouxe um troféu pra Volta Redonda, o bicho pegou feio pros pilotos. Faltou o Zé Tommaso que tinha grandes possibilidades de manter seu título na over 40.


Sérgio Cabeleira que havia sido o campeão na over 50 no ano passado ficou em 9º em 2011.


Adalto e Zé Tiro ficaram em 13º na categoria duplas, como vimos na postagem abaixo foi muito pro Zé.


Também nas duplas Marcelo e Reginaldo estão satisfeitos com o 19º lugar, terminar foi o mais importante, eram 34 duplas. 



Fabricio de Barra Mansa não ficou contente com a sua 21ª colocação na júnior, ele se preparou e foi com a faca nos dentes.

Ibitipoca

Pessoal temos muita coisa do Ibitipoca Off Road pra publicar durante a semana, mas pra começar descontraído, duas fotos enviadas pelo Adalto Motoraid impagáveis, a legenda também é dele heim, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
                                                       "Dectra limpando o FMF"
"Não nos demos bem porque o Zé Tiro fez merda no final! Ta ai a prova!"

Amanhã todo mundo no Leca Motos pra aquele churrasco e colocar a conversa em dia, só vai dar Ibitipoca.